Acne nódulo-quístico severo (Grau IV)
Dermatose inflamatória grave caracterizada por nódulos e lesões quísticas profundas e dolorosas, com predomínio na face e tronco. Podem coexistir comedões e lesões inflamatórias superficiais.
DxVisual é uma ferramenta de apoio ao diagnóstico diferencial baseada nas características visuais e clínicas das lesões. Permite selecionar localização, tipo de lesão, sintomas, duração, evolução, cor, superfície, padrão de distribuição, idade e achados específicos, apresentando os diagnósticos compatíveis acompanhados de imagens clínicas e informação complementar.
A ferramenta foi desenvolvida para facilitar a abordagem estruturada de lesões cutâneas, ungueais, mucosas e de outras alterações clínicas visualmente reconhecíveis. Os resultados devem ser interpretados no contexto da história clínica e do exame objetivo e não substituem a avaliação médica ou exames complementares quando indicados.
FAQ
O DxVisual é uma ferramenta de apoio ao diagnóstico diferencial visual que permite relacionar características clínicas e morfológicas de uma lesão com diferentes patologias possíveis. A pesquisa pode ser refinada por localização, tipo de lesão, sintomas, duração, evolução, cor, superfície ou consistência, padrão de distribuição, idade e achados específicos.
Selecione uma ou mais características observadas na lesão. A matriz adapta-se automaticamente às escolhas realizadas e passa a apresentar apenas as opções relacionadas com os diagnósticos ainda compatíveis. Os resultados são atualizados em tempo real e apresentados com imagem clínica e informação complementar.
Sim. Pode combinar diferentes características clínicas para tornar o diagnóstico diferencial progressivamente mais específico. Por exemplo, pode selecionar uma localização, um tipo de lesão, uma determinada cor e um padrão de distribuição. À medida que adiciona critérios, os resultados e as restantes opções da matriz são automaticamente atualizados.
Os achados específicos correspondem a características particularmente úteis para distinguir determinadas patologias, como telangiectasias, pitting ungueal, vesículas agrupadas, crostas melicéricas, sinal de Nikolsky, úlcera dendrítica ou outros sinais clínicos característicos. Podem ser utilizados para refinar o diagnóstico diferencial quando estão presentes.
Cada resultado apresenta uma imagem clínica e o nome da patologia. Ao abrir o resultado pode consultar a descrição clínica, diagnóstico diferencial, locais habituais, sinais de alarme e outras imagens quando disponíveis. Sempre que existe conteúdo adicional na plataforma, pode também ser disponibilizada uma ligação para a respetiva ficha ou algoritmo clínico.
Não. O DxVisual é uma ferramenta de apoio ao raciocínio clínico e não substitui a avaliação médica. Os resultados devem ser interpretados em conjunto com a história clínica, exame objetivo, evolução da lesão e exames complementares quando indicados.
Algumas patologias podem apresentar formas atípicas ou características diferentes das apresentações mais frequentes. Uma combinação muito restritiva de filtros também pode excluir diagnósticos relevantes. Nesses casos, deve rever os critérios selecionados, retirar características menos específicas ou reiniciar a pesquisa.
O DxVisual inclui diferentes condições dermatológicas e outras patologias com manifestações visualmente reconhecíveis, incluindo alterações da pele, unhas, mucosas, região genital, cavidade oral, olhos e ouvido. A base de diagnósticos é estruturada segundo características clínicas e morfológicas relevantes para o diagnóstico diferencial.
As imagens clínicas utilizadas no DxVisual são acompanhadas, sempre que disponível, pela identificação da respetiva fonte original. A imagem deve ser interpretada como material ilustrativo, uma vez que a apresentação de uma mesma patologia pode variar entre diferentes doentes.
A reutilização das imagens depende dos direitos associados à fonte original. Antes de utilizar qualquer imagem fora da plataforma, deve consultar a respetiva fonte e confirmar as condições de licença, atribuição e reutilização.
Imagens/diagnósticos incluídos
O DxVisual inclui 147 diagnósticos e apresentações clínicas com manifestações visualmente reconhecíveis na pele, unhas, mucosas, cavidade oral, olhos e ouvido. As descrições abaixo resumem as características clínicas e morfológicas mais relevantes para apoiar o diagnóstico diferencial visual.
Dermatose inflamatória grave caracterizada por nódulos e lesões quísticas profundas e dolorosas, com predomínio na face e tronco. Podem coexistir comedões e lesões inflamatórias superficiais.
Síndrome inflamatória sistémica aguda que afeta sobretudo crianças, caracterizada por febre persistente associada a envolvimento mucocutâneo. Apresenta-se frequentemente com exantema eritematoso difuso, por vezes confluente e simétrico, alterações orais como lábios eritematosos ou fissurados e língua em “framboesa”, além de hiperemia conjuntival bilateral.
Infeção bacteriana crónica de transmissão sexual, caracterizada por lesões inicialmente papulonodulares que evoluem para úlceras indolores, progressivas e destrutivas, habitualmente localizadas na região genital ou perianal.
Nódulos eritemato-violáceos, muito pruriginosos, firmes e agrupados, típicos de reação de hipersensibilidade ao Sarcoptes scabiei. Surgem sobretudo em pregas e podem persistir semanas após o tratamento, frequentemente associados a escoriações e hiperpigmentação residual.
Infestação cutânea causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei, caracterizada por prurido intenso, tipicamente agravado durante a noite, associado a pápulas eritematosas, escoriações e, por vezes, pequenas vesículas.
Forma grave de escabiose caracterizada por lesões hiperqueratóticas espessas, crostosas e aderentes, frequentemente de coloração branco-amarelada, envolvendo sobretudo mãos, dedos, espaços interdigitais, regiões periungueais e, por vezes, áreas extensas do tegumento.
Episódios recorrentes de pequenas pápulas urticariformes eritematosas, intensamente pruriginosas e por vezes acompanhadas de sensação de ardor, tipicamente desencadeadas pelo aumento da temperatura corporal, como durante exercício físico, exposição ao calor, banho quente ou stress emocional.
Episódios recorrentes de pápulas ou placas urticariformes eritematosas, edematosas e pruriginosas, desencadeadas pela exposição ao frio, incluindo ar frio, água fria ou contacto com objetos frios.
Episódios recorrentes de pápulas ou placas urticariformes lineares desencadeadas por estímulo mecânico da pele, como fricção, pressão ou coçar. As lesões surgem geralmente poucos minutos após o estímulo, são eritematosas, edematosas e pruriginosas, reproduzindo o trajeto do contacto mecânico.
Episódios agudos de edema profundo da derme e tecido subcutâneo, frequentemente envolvendo lábios, pálpebras e mucosas. Pode associar-se a sensação de tensão ou dor, geralmente sem prurido, e resolução espontânea em horas a dias.
Pápulas e placas urticariformes eritematosas, edematosas e bem delimitadas, de aparecimento súbito e habitualmente muito pruriginosas. As lesões são migratórias e evanescentes, durando geralmente minutos a poucas horas antes de desaparecerem sem deixar lesão residual e poderem surgir noutras localizações.
Dermatose inflamatória crónica da face, caracterizada por eritema centrofacial persistente ou recorrente, episódios de rubor e, em algumas formas, presença de pápulas e pústulas.
Doença inflamatória crónica das unidades pilossebáceas, caracterizada por nódulos profundos e dolorosos, abcessos recorrentes e formação de trajetos fistulosos com drenagem purulenta.
Dermatose causada pela obstrução dos ductos sudoríparos, caracterizada por pequenas pápulas ou vesículas superficiais, frequentemente pruriginosas ou acompanhadas de sensação de ardor, surgindo sobretudo em contexto de calor, humidade e sudorese intensa.
Úlcera genital dolorosa de início agudo, única ou múltipla, geralmente com bordos irregulares e base exsudativa ou suja. É causada por Haemophilus ducreyi e transmite-se por contacto sexual.
Úlcera genital dolorosa de início agudo, única ou múltipla, geralmente com bordos irregulares e base exsudativa ou suja. Pode localizar-se nos lábios vulvares, vestíbulo, região perineal ou perianal.
Infeção viral causada pelo vírus herpes simplex, caracterizada por vesículas agrupadas sobre base eritematosa na região genital, que rapidamente podem evoluir para erosões e úlceras dolorosas.
Infeção sexualmente transmissível causada por Chlamydia trachomatis dos serovares L1–L3. A fase inicial caracteriza-se habitualmente por uma pequena pápula, vesícula ou úlcera genital, geralmente indolor e autolimitada, podendo passar despercebida.
Infeção viral causada pelo vírus herpes simplex, caracterizada por vesículas agrupadas sobre base eritematosa na região genital, que podem evoluir rapidamente para erosões e úlceras dolorosas.
Úlcera genital geralmente única, indolor, bem delimitada e com base firme ou endurecida, correspondente ao cancro duro da sífilis primária. Surge habitualmente após um período de incubação de algumas semanas e pode localizar-se na glande, prepúcio ou outras áreas de contacto sexual.
Lesões maculopapulares múltiplas, de tonalidade rosada, eritematosa ou acastanhada, distribuídas pelas palmas das mãos e frequentemente também pelas plantas dos pés. São habitualmente simétricas, não pruriginosas e assintomáticas, podendo apresentar superfície lisa ou discreta descamação.
Exantema maculopapular difuso, geralmente não pruriginoso, envolvendo sobretudo tronco e membros, com possível atingimento das palmas das mãos e plantas dos pés.
Lesões granulomatosas crónicas correspondentes a gomas sifilíticas, geralmente apresentadas como nódulos firmes ou indurados que podem evoluir lentamente para ulceração, necrose e destruição tecidular.
Dermatose inflamatória crónica caracterizada por placas esbranquiçadas, atróficas e por vezes esclerosadas, com predomínio na região anogenital. Associa-se frequentemente a prurido intenso, ardor, dor, fissuras e fragilidade cutânea.
Lesões papulosas múltiplas, eritematosas, acastanhadas ou hiperpigmentadas, geralmente bem delimitadas e de superfície verrucosa ou papilomatosa, localizadas na região anogenital e associadas a infeção por HPV, habitualmente de alto risco.
Placa eritematosa bem delimitada, persistente, de superfície lisa, brilhante ou ligeiramente erosiva, localizada habitualmente na glande ou no prepúcio interno. Corresponde a carcinoma espinocelular in situ da mucosa genital masculina.
Inflamação da glande, frequentemente com envolvimento do prepúcio, causada por Candida spp. Caracteriza-se por eritema local, ardor ou prurido, podendo associar-se a exsudado esbranquiçado, maceração e pequenas lesões satélite.
Placa eritematosa ou vermelho-alaranjada, bem delimitada, de superfície lisa e brilhante, localizada habitualmente na glande ou no prepúcio interno, característica da balanite plasmocitária de Zoon.
Lesões eritematosas anulares, policíclicas ou serpiginosas, geralmente superficiais e pouco sintomáticas, localizadas na glande e no sulco balanoprepucial. Podem apresentar áreas erosivas e bordos bem definidos.
Forma predominantemente comedónica e não inflamatória de acne, caracterizada pela presença de múltiplos comedões fechados, visíveis como pequenas pápulas esbranquiçadas ou da cor da pele, sem eritema significativo.
Forma predominantemente comedónica e não inflamatória de acne, caracterizada por comedões abertos, visíveis como pontos negros devido à oxidação do conteúdo folicular exposto ao ar.
Forma inflamatória ligeira a moderada de acne, caracterizada por pápulas e pústulas eritematosas associadas a comedões abertos ou fechados. As lesões predominam na face, podendo também envolver o tórax e o dorso.
Forma inflamatória moderada a grave de acne, caracterizada por pápulas, pústulas e nódulos inflamatórios mais profundos. As lesões são geralmente mais numerosas, dolorosas e infiltradas do que na acne grau 2, predominando na face e podendo também envolver tórax, dorso e ombros.
Exantema maculopapular agudo associado a febre, mal-estar e outros sintomas sistémicos, envolvendo habitualmente tronco e membros, com possível atingimento das palmas das mãos e plantas dos pés.
Lesão de inoculação característica da febre escaro-nodular, designada tache noire, correspondente a uma escara necrótica com crosta central escura ou negra, rodeada por halo eritematoso.
Exantema maculopapular agudo, difuso e habitualmente simétrico, envolvendo sobretudo tronco e membros e podendo atingir palmas das mãos e plantas dos pés.
Amigdalite exsudativa aguda caracterizada por exsudado esbranquiçado ou amarelado sobre as amígdalas, associada a febre, odinofagia e adenopatia cervical. É frequente o mal-estar marcado, podendo ocorrer petéquias no palato.
Exantema maculopapular difuso, de padrão morbiliforme, frequentemente associado a febre e mal-estar, envolvendo sobretudo tronco e membros. Pode ser ligeiramente pruriginoso e surgir espontaneamente no contexto de mononucleose infeciosa, sendo particularmente típico após administração de aminopenicilinas, como amoxicilina ou ampicilina.
Exantema eritematoso difuso associado a febre e odinofagia, com envolvimento facial caracterizado por rubor das bochechas e palidez perioral, correspondente ao sinal de Filatov.
Alteração mucosa característica da escarlatina, com língua intensamente eritematosa e papilas proeminentes, conferindo o aspeto típico de “língua em framboesa”. Surge habitualmente associada a febre, odinofagia e faringoamigdalite, podendo coexistir com exantema escarlatiniforme difuso, textura cutânea tipo “lixa” e palidez perioral.
Exantema eritematoso difuso, micropapular, fino e áspero ao toque, com textura característica de “lixa”, geralmente associado a febre e odinofagia. Inicia-se habitualmente no tronco e nas pregas cutâneas, disseminando-se posteriormente para os membros, com acentuação nas pregas.
Exantema maculopapular eritematoso que se inicia habitualmente na face e região retroauricular, com progressão cefalocaudal para o tronco e membros. Surge associado a febre, tosse, coriza e conjuntivite, podendo tornar-se confluente à medida que evolui.
Pequenas máculas esbranquiçadas ou branco-azuladas, com halo eritematoso, localizadas tipicamente na mucosa jugal, sobretudo em oposição aos molares. Surgem na fase prodrómica do sarampo, geralmente antes do aparecimento do exantema cutâneo, em contexto de febre, tosse, coriza e conjuntivite.
Exantema maculopapular rosado que surge tipicamente após a defervescência de febre alta, predominando no tronco e podendo estender-se ao pescoço e membros proximais.
Erupção papular monomórfica e simétrica, envolvendo predominantemente face, nádegas e superfícies extensoras dos membros, frequentemente com relativa poupança do tronco. As lesões podem ser discretamente pruriginosas e surgem habitualmente em crianças pequenas, muitas vezes após infeção viral.
Exantema vesicular intensamente pruriginoso, com lesões simultaneamente em diferentes estádios evolutivos — máculas, pápulas, vesículas e crostas — predominando no tronco, couro cabeludo e face, com disseminação para os membros.
Doença viral caracterizada por pápulas e vesículas nas mãos e pés, incluindo frequentemente palmas e plantas, associadas a lesões vesiculares ou ulceradas da cavidade oral.
Exantema maculopapular unilateral, geralmente localizado na região lateral do tórax, com início frequente próximo da axila e possível extensão centrífuga ao braço e tronco ipsilateral.
Dermatose inflamatória autolimitada caracterizada frequentemente por uma lesão inicial única, a “placa heráldica”, seguida dias depois por múltiplas placas ou máculas ovais, eritemato-rosadas e finamente descamativas.
Exantema viral caracterizado por eritema facial intenso, com aspeto típico de “bochechas esbofeteadas”, frequentemente com relativa poupança perioral, seguido de exantema maculopapular de padrão reticulado nos membros e tronco.
Exantema maculopapular rosado que se inicia habitualmente na face e se dissemina rapidamente para o tronco e membros. Pode associar-se a febre baixa, mal-estar e adenopatias, sobretudo retroauriculares, occipitais e cervicais posteriores.
Infeção aguda do ouvido médio, habitualmente associada a otalgia, febre e diminuição transitória da audição. À otoscopia, o achado mais sugestivo é o abaulamento da membrana timpânica, frequentemente acompanhado de opacificação, eritema e redução da mobilidade; pode observar-se nível hidroaéreo ou otorreia quando existe perfuração timpânica.
Presença de efusão no ouvido médio sem sinais de inflamação aguda. Manifesta-se sobretudo por hipoacusia de transmissão, sensação de ouvido tapado ou alterações da atenção e linguagem nas crianças. À otoscopia pode observar-se membrana timpânica retraída, opaca ou de coloração âmbar, com nível hidroaéreo ou bolhas e mobilidade reduzida, habitualmente sem abaulamento significativo.
Dermatite do canal auditivo externo caracterizada por prurido, eritema e descamação do conduto, podendo associar-se a fissuras, sensação de ouvido tapado e ligeiro desconforto.
Infeção aguda do canal auditivo externo caracterizada por otalgia, frequentemente intensa e agravada pela mobilização do pavilhão auricular ou pressão sobre o trago, associada a edema e eritema do conduto.
Complicação supurativa da otite média aguda caracterizada por inflamação das células mastoideias, com dor, edema e eritema retroauricular, frequentemente associados a febre.
Dermatite eczematosa da região retroauricular com sinais de sobreinfeção bacteriana, caracterizada por eritema, fissuras, erosões, crostas e exsudado, frequentemente associada a prurido intenso e dor local.
Infeção fúngica do canal auditivo externo, geralmente caracterizada por prurido intenso, sensação de ouvido tapado e, por vezes, otalgia ligeira ou hipoacusia. À otoscopia observam-se detritos fúngicos no conduto, que podem ser escuros ou negros em infeções por Aspergillus, ou esbranquiçados/amarelados em Candida.
Depósitos crónicos de cristais de urato monossódico formando nódulos subcutâneos firmes, geralmente indolores, localizados sobretudo em articulações periféricas e tecidos periarticulares. Os tofos são mais frequentes nos dedos, cotovelos, pés e pavilhão auricular, podendo causar dor, limitação funcional, deformidade articular ou ulceração quando volumosos.
Artrite inflamatória aguda de início súbito, caracterizada por dor intensa, edema, calor e eritema articular. A primeira articulação metatarsofalângica é o local clássico (podagra), mas podem também ser envolvidos tornozelo, joelho, mediopé e outras articulações periféricas.
Faringoamigdalite aguda de provável etiologia bacteriana, caracterizada por odinofagia, febre e eritema orofaríngeo, frequentemente com exsudado ou placas nas amígdalas. Pode associar-se a adenopatias cervicais anteriores dolorosas e ausência de tosse ou outros sintomas respiratórios marcados.
Infeção supurativa do espaço periamigdalino, geralmente unilateral, caracterizada por odinofagia intensa, dor referida ao ouvido, febre e trismo. Ao exame observa-se abaulamento assimétrico do palato mole/região periamigdalina, frequentemente com desvio contralateral da úvula e voz abafada, tipo “batata quente”.
Infeção viral aguda caracterizada por pequenas vesículas que evoluem rapidamente para úlceras dolorosas na orofaringe, sobretudo no palato mole, úvula e pilares amigdalinos.
Acumulação de detritos alimentares, células descamadas e queratina nas criptas amigdalinas, formando pequenos depósitos esbranquiçados ou amarelados, de consistência friável, conhecidos como cáseos ou tonsilólitos.
Lesão quística bem delimitada, geralmente esbranquiçada ou amarelada, localizada na amígdala palatina e preenchida por conteúdo queratinoso. É habitualmente assintomática, podendo causar sensação de corpo estranho ou desconforto orofaríngeo.
Faringoamigdalite aguda de etiologia viral, caracterizada por eritema difuso das amígdalas e orofaringe, frequentemente associada a tosse, rinorreia, rouquidão, conjuntivite ou outros sintomas respiratórios.
Infeção bacteriana potencialmente grave caracterizada pela formação de pseudomembrana espessa, aderente e branco-acinzentada na orofaringe, frequentemente envolvendo amígdalas, pilares e parede faríngea.
Paniculite inflamatória caracterizada por nódulos subcutâneos eritematosos, dolorosos e mal delimitados, localizados predominantemente na face anterior das pernas, sobretudo na região pretibial.
Eritema malar simétrico em distribuição em “asa de borboleta”, envolvendo as regiões malares e o dorso do nariz, tipicamente com relativa poupança dos sulcos nasolabiais.
Eritema macular ou em placas, simétrico, localizado predominantemente em áreas fotoexpostas, incluindo face, pescoço, decote e superfícies extensoras dos membros superiores. É frequentemente desencadeado ou agravado pela exposição solar e não deixa cicatriz.
Lesões eritematosas anulares ou policíclicas, frequentemente com descamação periférica e clareamento central, distribuídas predominantemente por áreas fotoexpostas do tronco superior e membros.
Lesões eritematosas pápulo-escamosas, frequentemente confluentes e de aspeto psoriasiforme, distribuídas predominantemente por áreas fotoexpostas do tronco superior e membros superiores. Podem causar prurido ligeiro ou ardor e apresentam evolução subaguda ou recorrente.
Placas eritematosas bem delimitadas, frequentemente com descamação aderente e hiperqueratose folicular, que evoluem progressivamente para atrofia central, cicatriz e alterações pigmentares. Predominam na face, couro cabeludo e pavilhões auriculares, podendo provocar alopecia cicatricial quando atingem áreas pilosas.
Áreas de alopécia cicatricial permanente no couro cabeludo, associadas a placas eritematosas e descamativas que evoluem para atrofia, cicatriz, alterações pigmentares e destruição irreversível dos folículos pilosos.
Lesão vascular benigna adquirida, geralmente apresentada como pápula ou pequeno nódulo azul-violáceo, mole e compressível, de superfície lisa, mais frequentemente localizado no lábio inferior ou pavilhão auricular.
Pequenos quistos epidérmicos superficiais preenchidos por queratina, manifestando-se como pápulas esbranquiçadas ou amareladas, firmes, lisas e geralmente com 1–2 mm de diâmetro.
Lesão melanocítica benigna caracterizada por pápula ou pequeno nódulo elevado, geralmente simétrico e bem delimitado, de coloração semelhante à pele, rosada ou acastanhada.
Mácula hiperpigmentada benigna, plana e bem delimitada, de coloração castanha clara a escura, geralmente homogénea, localizada em áreas de exposição solar crónica.
Lesão reacional benigna de tecido fibroso, geralmente associada a trauma ou irritação crónica da mucosa oral. Apresenta-se como pápula ou nódulo bem delimitado, firme, de superfície lisa e coloração semelhante à mucosa adjacente ou ligeiramente rosada.
Inflamação ou infeção superficial do folículo piloso, caracterizada por pápulas e/ou pústulas centradas no folículo, geralmente rodeadas por halo eritematoso. Pode provocar prurido, ardor ou dor ligeira.
Lesão cutânea benigna causada por infeção pelo vírus do papiloma humano (HPV), manifestando-se como pápula ou pequeno nódulo hiperqueratótico, de superfície rugosa e irregular, frequentemente com interrupção das linhas cutâneas.
Dermatofitose da mão, geralmente caracterizada por descamação seca, hiperqueratose e eritema da palma e/ou espaços interdigitais, frequentemente com distribuição unilateral. Pode causar prurido ou ardor e apresenta habitualmente evolução crónica ou recorrente.
Dermatofitose das pregas inguinais caracterizada por placas eritematosas bem delimitadas, geralmente anulares ou arciformes, com bordo periférico ativo, descamativo e por vezes elevado, associado a clareamento central.
Lesão cutânea benigna muito frequente, caracterizada por pápula ou placa bem delimitada, de superfície verrucosa, ceratótica ou papilomatosa, com aspeto típico de estar “colada” à pele.
Dermatose benigna e recorrente caracterizada por descamação superficial das palmas, com áreas arredondadas ou irregulares de descolamento do estrato córneo e formação de um colarete descamativo periférico.
Alterações ungueais associadas à psoríase, incluindo pitting, onicólise, hiperqueratose subungueal, espessamento e alterações da coloração da lâmina ungueal. Podem ocorrer manchas amareladas ou acastanhadas e distrofia ungueal de intensidade variável.
Erupção aguda ou subaguda de múltiplas pápulas pequenas, eritematosas e descamativas, com aspeto em “gota”, distribuídas predominantemente pelo tronco e porções proximais dos membros.
Inflamação ou infeção dos tecidos periungueais, caracterizada por dor, eritema e edema junto à prega ungueal lateral ou proximal. Na forma aguda pode evoluir para coleção purulenta ou abcesso, sendo frequentemente precipitada por pequenos traumatismos, manipulação das cutículas, manicure, onicofagia ou unha encravada.
Dermatose inflamatória crónica caracterizada por máculas ou placas eritematosas finas, discretamente descamativas, predominantemente localizadas no tronco e regiões proximais dos membros. As lesões são habitualmente assintomáticas ou ligeiramente pruriginosas, podendo adquirir tonalidade acastanhada e apresentar distribuição multifocal ou simétrica.
Dermatose pruriginosa específica da gravidez, também designada erupção polimórfica da gravidez, caracterizada por pápulas eritematosas que surgem tipicamente nas estrias abdominais e podem confluir formando placas urticariformes.
Descolamento distal ou lateral da lâmina ungueal do leito ungueal, originando uma área esbranquiçada, amarelada ou opaca sob a unha. Pode ser assintomática ou provocar desconforto, sobretudo quando extensa ou associada a inflamação secundária.
Distrofia ungueal crónica caracterizada por espessamento marcado da lâmina ungueal, aumento do comprimento e curvatura progressiva, adquirindo frequentemente aspeto em “garra” ou “corno”.
Proeminência óssea das articulações interfalângicas proximais dos dedos, típica de osteoartrose das mãos. Resulta de remodelação óssea e formação de osteófitos, podendo ser assintomática ou associar-se a dor mecânica, rigidez e limitação funcional.
Nevo melanocítico benigno caracterizado por pápula ou nódulo elevado, bem delimitado, de superfície papilomatosa, cerebriforme ou verrucosa. Pode apresentar coloração semelhante à pele, rosada ou acastanhada e é habitualmente assintomático.
Aumento bulboso das falanges distais associado a maior convexidade e curvatura das unhas, produzindo o aspeto clássico de “baqueta de tambor”. É geralmente bilateral e simétrico, podendo ocorrer de forma isolada, mas está frequentemente associado a doenças pulmonares, cardiovasculares, neoplásicas, gastrointestinais ou hepáticas.
Lesão quística benigna de origem écrina, caracterizada por pequena pápula translúcida, cor da pele ou azulada, de superfície lisa e consistência quística.
Infeção profunda do folículo piloso, geralmente bacteriana, caracterizada por nódulo eritematoso, quente e doloroso, que pode evoluir para formação de coleção purulenta central e drenagem espontânea.
Lesão cutânea benigna, também designada acrocórdon, caracterizada por pápula ou pequeno nódulo mole, geralmente pediculado, de coloração semelhante à pele ou ligeiramente acastanhada.
Lesões lineares atróficas da derme, inicialmente eritematosas ou violáceas (estrias rubras) e posteriormente mais claras, hipopigmentadas e deprimidas (estrias albas). Dispõem-se frequentemente de forma paralela e surgem em áreas sujeitas a distensão cutânea, como abdómen, coxas e mamas.
Dermatose associada a fotodano crónico, caracterizada por múltiplos comedões abertos, quistos e pápulas/nódulos sobre pele espessada e elastótica, predominantemente nas regiões periorbital e malar.
Carcinoma espinocelular in situ caracterizado por placa eritematosa ou eritemato-acastanhada, bem delimitada, persistente e de crescimento lento, geralmente com superfície descamativa, crostosa ou hiperqueratótica.
Lesão quística benigna, geralmente preenchida por líquido gelatinoso rico em mucina, que se origina junto a uma articulação ou bainha tendinosa. Apresenta-se como massa subcutânea lisa, bem delimitada, de consistência elástica ou firme, mais frequentemente no dorso do punho.
Quisto benigno periungueal, geralmente localizado junto à articulação interfalângica distal, apresentando-se como pápula ou pequeno nódulo translúcido ou ligeiramente azulado. Pode comunicar com a articulação e está frequentemente associado a osteoartrose e osteófitos.
Quisto epidermoide benigno, habitualmente apresentado como nódulo subcutâneo bem delimitado, móvel e de crescimento lento, frequentemente com um punctum central visível. É preenchido por material queratinoso e localiza-se sobretudo no tronco, face e pescoço.
Intertrigo por Candida localizado nos espaços interdigitais, caracterizado por eritema, maceração, fissuras e por vezes exsudação. Pode associar-se a prurido, ardor ou dor, sobretudo quando existem fissuras.
Diminuição do volume muscular da eminência tenar, produzindo achatamento ou depressão visível na base do polegar. Reflete perda de massa dos músculos tenares inervados predominantemente pelo nervo mediano e pode ocorrer em neuropatia mediana crónica, nomeadamente na síndrome do túnel cárpico avançada.
Pápulas vasculares benignas, geralmente múltiplas, de coloração vermelho-escura, violácea ou negra, localizadas sobretudo no escroto e, menos frequentemente, na vulva. Podem apresentar superfície lisa ou hiperqueratótica.
Infeção aguda do saco lacrimal, geralmente associada a obstrução do ducto nasolacrimal, caracterizada por dor, eritema e tumefação na região inferomedial ao canto interno do olho.
Tumor benigno de tecido adiposo, geralmente apresentado como massa subcutânea bem delimitada, mole, elástica e móvel em relação aos planos profundos. É habitualmente indolor e de crescimento lento, podendo causar desconforto mecânico quando volumoso ou localizado em áreas de pressão.
Infeção odontogénica localizada na região periapical de um dente, geralmente secundária a necrose pulpar provocada por cárie, trauma ou doença periodontal. Caracteriza-se por dor dentária intensa, frequentemente pulsátil e agravada pela mastigação, associada a sensibilidade do dente e tumefação gengival adjacente.
Infeção supurativa de origem odontogénica, associada a um dente ou aos tecidos periodontais, caracterizada por dor intensa, tumefação gengival e formação de coleção purulenta.
Hiperpigmentação adquirida caracterizada por máculas e manchas acastanhadas, de contornos irregulares mas geralmente bem definidas, distribuídas de forma simétrica na face. Predomina nas regiões malares, frontal, centrofacial e supralabial.
Dermatofitose do pé caracterizada por descamação, maceração e fissuras, sobretudo nos espaços interdigitais, frequentemente associadas a prurido, ardor ou desconforto. Pode estender-se à planta e margens laterais do pé, assumindo por vezes um padrão hiperqueratótico difuso tipo “mocassim”.
Coloração amarelada da pele e escleras no recém-nascido, causada por aumento da bilirrubina sérica. Habitualmente torna-se primeiro visível na face e progride no sentido craniocaudal para tronco e membros à medida que a hiperbilirrubinémia aumenta.
Micose superficial causada por Malassezia, caracterizada por múltiplas máculas hipo ou hiperpigmentadas, geralmente com descamação fina e discreta, predominando no tronco, pescoço e ombros.
Infeção aguda de uma glândula da pálpebra, geralmente causada por Staphylococcus, manifestando-se como pápula ou nódulo eritematoso, edemaciado e doloroso junto à margem palpebral.
Carcinoma basocelular caracterizado por pápula ou nódulo de crescimento lento, geralmente translúcido ou de aspeto perolado, com superfície lisa e telangiectasias arborizantes.
Dermatose vesicular recorrente das mãos, caracterizada por pequenas vesículas profundas, muito pruriginosas, localizadas sobretudo nas palmas e faces laterais dos dedos. As vesículas podem confluir e, após a fase aguda, evoluir para descamação, secura e fissuras.
Coleção de sangue extravascular nos tecidos, geralmente secundária a trauma, manifestando-se como tumefação ou área violácea, azulada ou equimótica, frequentemente dolorosa à palpação.
Coleção de sangue sob a lâmina ungueal, geralmente secundária a traumatismo agudo ou microtraumatismos repetidos. Manifesta-se como área violácea, acastanhada ou negra sob a unha, frequentemente associada a dor pulsátil ou intensa por aumento da pressão subungueal.
Extravasamento de sangue sob a conjuntiva bulbar, manifestando-se como área vermelho-viva, homogénea e bem delimitada sobre a esclera. É habitualmente indolor, não provoca fotofobia nem alteração da acuidade visual e apresenta evolução autolimitada, com mudança progressiva de tonalidade até reabsorção.
Infeção mucocutânea pelo vírus herpes simples (HSV-1 ou HSV-2), caracterizada por vesículas pequenas e agrupadas sobre base eritematosa, frequentemente precedidas por dor, ardor, parestesias ou sensação de queimadura.
Infeção recorrente pelo vírus herpes simples, geralmente HSV-1, caracterizada por pequenas vesículas agrupadas sobre base eritematosa na região labial ou perioral. É frequentemente precedida por pródromos de ardor, formigueiro ou dor local.
Infeção bacteriana superficial da pele, geralmente causada por Staphylococcus aureus e/ou Streptococcus pyogenes, caracterizada por vesículas ou pústulas frágeis que rompem e originam erosões cobertas por crostas melicéricas amareladas.
Pigmentação longitudinal da lâmina ungueal, geralmente castanha a negra, resultante de deposição de melanina na unha. Pode ser fisiológica ou benigna, associada a ativação melanocítica, nevo da matriz ungueal, fármacos ou variantes étnicas, mas também pode constituir manifestação de melanoma subungueal.
Crescimento fibrovascular benigno da conjuntiva bulbar em direção à córnea, habitualmente de configuração triangular e localizado no setor nasal. Está associado a exposição crónica à radiação ultravioleta, vento, poeiras e irritantes ambientais.
Infeção cutânea benigna causada pelo vírus molluscum contagiosum, um poxvírus, caracterizada por pequenas pápulas firmes, lisas, peroladas ou da cor da pele, tipicamente com umbilicação central.
Tumor vascular benigno da infância, geralmente ausente ou pouco evidente ao nascimento, que surge nas primeiras semanas de vida e apresenta uma fase proliferativa rápida nos primeiros meses, seguida de estabilização e involução progressiva ao longo dos anos.
Dermatose inflamatória benigna caracterizada por pápulas firmes, lisas, da cor da pele ou ligeiramente eritematosas, dispostas em anel ou arco, habitualmente sem descamação superficial.
Dermatose benigna do período neonatal caracterizada por pequenas pápulas e pústulas eritematosas, predominantemente na face, sobretudo nas bochechas, testa e queixo, habitualmente sem comedões.
Depósitos lipídicos cutâneos benignos que se manifestam como placas ou pápulas amareladas, planas ou ligeiramente elevadas, de superfície lisa e consistência mole, localizadas sobretudo nas pálpebras, frequentemente de forma bilateral e simétrica junto ao canto medial.
Descoloração verde a verde-negra da lâmina ungueal, geralmente causada por colonização ou infeção por Pseudomonas aeruginosa, frequentemente sobre unha previamente descolada ou traumatizada.
Inflamação crónica ou recorrente da margem palpebral, caracterizada por eritema, descamação e crostas na base das pestanas. Pode associar-se a prurido, ardor, sensação de corpo estranho, lacrimejo e irritação ocular.
Fibromatose palmar benigna e progressiva caracterizada pela formação de nódulos e cordões fibrosos na fáscia palmar, que podem evoluir para contratura em flexão dos dedos.
Reativação do vírus varicela-zoster caracterizada por vesículas agrupadas sobre base eritematosa, distribuídas ao longo de um ou mais dermátomos, tipicamente de forma unilateral e sem cruzar a linha média.
Lesão cutânea típica da doença de Lyme, manifestando-se como mácula ou placa eritematosa que aumenta progressivamente de diâmetro ao longo de dias, geralmente a partir do local de picada de carraça.
Dermatite inflamatória caracterizada por placas eritematosas arredondadas ou ovais, bem delimitadas, com aspeto em “moeda”, frequentemente descamativas e por vezes exsudativas ou crostosas.
Nevo melanocítico benigno caracterizado por pápula ou pequeno nódulo ligeiramente elevado, geralmente simétrico, bem delimitado e de coloração castanha homogénea ou semelhante à pele.
Inflamação aguda da conjuntiva de etiologia bacteriana, caracterizada por hiperemia conjuntival e secreção mucopurulenta ou purulenta, frequentemente com colagem das pálpebras ao acordar.
Doença adquirida caracterizada pela perda funcional de melanócitos, manifestando-se por máculas ou placas acrómicas, bem delimitadas, de superfície normal e sem descamação.
Dermatose benigna e frequente na infância, caracterizada por máculas ou placas hipopigmentadas, mal delimitadas, com superfície seca e descamação fina discreta. Predomina na face, sobretudo nas regiões malares, podendo também envolver braços e tronco.
Inflamação das comissuras labiais caracterizada por eritema, fissuras, maceração e por vezes crostas ou exsudado. Pode causar dor, ardor ou desconforto ao abrir a boca.
Doença pilonidal crónica da região sacrococcígea, geralmente localizada na linha média da prega interglútea, caracterizada por pequenos orifícios cutâneos, trajetos sinusais ou nódulo inflamado, frequentemente com pelos no interior.
Úlcera cutânea crónica secundária a insuficiência venosa, localizada tipicamente na região distal da perna, sobretudo junto ao maléolo medial. Apresenta bordos irregulares, leito geralmente superficial e exsudativo, podendo coexistir edema, hiperpigmentação por hemossiderina, dermatite de estase e lipodermatoesclerose.
Infeção bacteriana do vestíbulo nasal, geralmente causada por Staphylococcus aureus, caracterizada por eritema, dor, sensibilidade e formação de pápulas, pústulas, fissuras ou crostas na entrada das narinas.
Infeção bacteriana aguda da derme superficial e vasos linfáticos cutâneos, geralmente causada por estreptococos, caracterizada por placa eritematosa, quente, edematosa e dolorosa, com bordos bem delimitados e frequentemente ligeiramente elevados.
Púrpura benigna associada ao envelhecimento cutâneo e ao fotodano crónico, caracterizada por equimoses violáceas irregulares que surgem espontaneamente ou após traumatismos mínimos, sobretudo no dorso das mãos e antebraços.
As características apresentadas correspondem a padrões clínicos frequentes e podem variar entre diferentes apresentações da mesma patologia. O DxVisual é uma ferramenta de apoio ao diagnóstico diferencial e não substitui a avaliação clínica.
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